Piauí permanece pobre, embora os gigantescos esforços louváveis do governador Rafael Fonteles para mudar o cenário

 Evidentemente que em apenas quatro anos de eficiente e produtiva gestão política e administrativa não se consegue retirar o Estado do Piauí da escuridão da extrema pobreza, com um contingente de 1,4 milhão de pobres e miseráveis, mas se vislumbrará um cenário de forte mudança no presente e no futuro. Este o melhor legado e resultado do Governo Rafael Fonteles.

Com esta forte perspectiva de mudança atual e futura já se pode antever um quadro geral de alterações no bem estar da sociedade, porém, se não houver continuidade pelos próximos gestores e anos de persistirem no norte estratégico de melhoria, dificilmente teremos a decisão e a certeza de que haverão as motivações esperadas, como a extinção ou redução da situação e/ou condição pela qual lutara o Chefe do Poder Executivo estadual e a plena certeza é de que realmente o quadro se reverterá proporcionando melhoria na condição  de renda para todos aqueles que envidamos esforços ou realizações.

Para alterarmos aquilo que propomos fazer é preciso muita determinação, perseveransa e coragem, sem exclusão de qualquer um dos agentes que iniciaram a jornada da labuta.

O líder da proposição da mudança não pode fraquejar, tampouco transigir facilmente, porque desta sua decisão, em abdicar do comando da liderança, poderá levar por águas abaixo o seu grande esforço e do seu grupo no comando da liderança.

A liderança do líder é inegociável porquanto significará jogar por terra todo o trabalho proposto e o patrimônio constituído durante a ação ou ações.

Para o líder Rafael Fonteles e todos os seus liderados no comando estratégico do Estado não poderá sequer dar sinais de que sua ação e/ou o seu projeto de extinção da miséria e da pobreza absoluta foi concluído e/ou chegou ao fim.

O projeto de finalização e/ou extinção dos problemas de segurança alimentar de 1,4 milhão de pobres e miseráveis no Piauí, que não têm condições de sobrevivência, é muito audacioso, porém, não é impossível realizá-lo. É de difícil concretização, mas possível de ser realizado.

E o é difícil para a elite que não quer concretizá-lo porque, necessariamente, atingirá os seus patrimônios durante algum tempo, contudojamais a vida toda. É um projeto com prazo para conclusão e encerramento.

E nenhum governante fará um projeto para retirar parcela do patrimônio dos ricos, porque será inviável, e não passará nas casas congressuais – Senado e Câmara, embora o gestor/governo insista em fazê-lo, com esta concepção ou objetivo o projeto legislativo em ação e/ou execução, mas será concretizado.

Os ricos pontuam em manter milhões em estado de pobreza porque compreendem que somente desta maneira, podem manter os seus projetos patrimoniais e preservar os seus patrimônios e/ou riquezas.

Sensibilizar e conscientizar ricos para perseverarem uma postura diferente é quase impossível; porque os ricos resistem despudoradamente para manter, em qualquer circunstância, sua posição de domínio.

Entretanto, enquanto mantiverem esta posição e/ou decisão, a pobreza do mundo só tende a aumentar, tornando-se praticamente inviável a realização do projeto ou programa ou plano de governo para acabar com a pobreza dos 1,4 milhão de piauienses famintos.

Todavia, o Chefe do Poder Executivo Piauiense, Rafael Fonteles, deixará um legado incomensurável, o que nenhum antecessor fizera, para extinguir a pobreza extrema, cuja ação é o maior ato de sua administração político democrática.

Magno Pires é membro da Academia Piauiense de Letras-APL, advogado da União (aposentado), Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antárctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos, atual Secretário de Estado do Saneamento Básico – SESB

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