Eleições nos EUA: Trump confirma reunião com Xi na Coreia do Sul

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta semana que se reunirá com o presidente chinês, Xi Jinping, na Coreia do Sul, à margem da cúpula da Apec, que termina em 1º de novembro. A reunião está prevista para acontecer antes do encontro oficial, marcado para algumas semanas após a chegada de Trump ao país, em 29 de outubro, para uma visita de dois dias.

Reunião bilateral na Coreia do Sul

Trump revelou que participará de um encontro separado com Xi durante entrevista ao programa Sunday Morning Futures, da Fox News. Segundo ele, a reunião deve ocorrer na Coreia do Sul, onde os dois líderes discutirão questões econômicas e diplomáticas mais delicadas.

Reconciliação ou mais tensões?

Enquanto isso, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, indicou que o encontro ainda está sendo mantido, embora alertasse para possíveis retaliações por parte da China, que decidiu restringir exportações de terras raras — materiais essenciais para tecnologias avançadas. Bessent afirmou que todas as opções estão em aberto.

Durante entrevista à Fox Business, Bessent afirmou ainda que o encontro com Xi “provavelmente está mantido” e destacou a importância do diálogo para evitar escalada das tensões.

Impasses tarifários e impacto na economia global

Trump também comentou sobre a possibilidade de manter as tarifas atuais sobre produtos chineses, que podem chegar a até 145%. “Não é sustentável”, afirmou, ao ser questionado se as tarifas poderiam permanecer por tempo indeterminado sem prejudicar a economia americana. O ex-presidente reconheceu que, apesar de a medida ter sido difícil, ela foi necessária para forçar mudanças no comércio com Pequim.

O impasse tarifário entre Washington e Pequim elevou os impostos sobre produtos chineses a níveis históricos em decorrência de medidas retaliatórias, gerando temores de uma recessão global e de uma interrupção significativa no comércio bilateral. As tarifas foram suspensas temporariamente, em uma série de tréguas de 90 dias, cujo prazo mais recente expira em 10 de novembro, podendo ser prorrogado novamente.

Analistas avaliam que a continuidade do embate pode impactar negativamente os mercados internacionais e acirrar disputas comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

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Com informações do Jornal Diário do Povo

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