Viagens de executivos brasileiros aos EUA caem no governo Trump

Durante o governo Trump, as viagens de executivos brasileiros aos Estados Unidos registraram uma redução significativa, reflexo das restrições comerciais e tarifas impostas pelos EUA. Entre 2023 e 2025, a participação dos Estados Unidos nas viagens internacionais caiu de 22,9% para 16,6%, conforme dados da Paytrack. Como alternativa, os executivos passaram a redirecionar suas viagens para a Europa, Ásia e América Latina, buscando evitar obstáculos ao deslocamento.

Impacto nas viagens internacionais e destinos principais

Apesar da queda, os EUA continuam sendo o destino preferido dos executivos brasileiros, seguidos por Argentina, China, Alemanha e Chile. A mudança de foco reflete uma adaptação às barreiras comerciais, mas o mercado americano ainda mantém relevância no panorama de viagens corporativas do país.

Alterações no perfil de deslocamentos corporativos

Especialistas apontam que as restrições de visto, tarifas elevadas e a instabilidade gerada pelo atual cenário político contribuíram para a diminuição do fluxo. “Os obstáculos criados pelo governo Trump impactaram a decisão de muitos executivos, que passaram a priorizar outros destinos”, afirma João Almeida, analista de viagens internacionais.

Perspectivas futuras e efeitos econômicos

Embora a tendência seja de retração, algumas empresas continuam com o foco nos EUA, considerando a importância estratégica do mercado. A redução nas viagens também pode afetar setores conexos, como turismo de negócios e serviços de apoio às missões internacionais. Para os próximos anos, a expectativa é de que a retomada ocorra gradualmente, com possíveis ajustes nas políticas de imigração e tarifas.

De acordo com especialistas, o cenário pode mudar com novas políticas de ambos os lados. “O comércio bilateral e as relações diplomáticas terão impacto direto na recuperação do fluxo de viagens de executivos”, avalia Maria Costa, especialista em relações internacionais.

Para mais detalhes, acesse o original da reportagem no O Globo.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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