Produtor explica impacto da seca na colheita de acerola e expectativa de volume
O produtor Antônio Eugênio Vicentin, que cultiva acerolas há 30 anos e mantém 3 mil pés no sítio, explicou que o atraso na colheita foi resultado direto da seca e do frio fora de época enfrentados na região. Mesmo assim, ele projeta uma colheita de aproximadamente 200 toneladas, um volume possível graças ao sistema de irrigação que cobre 100% do pomar.
Impacto climático na produção de acerola
Segundo Vicentin, as condições climáticas adversas, como a seca prolongada e temperaturas abaixo do esperado, dificultaram o desenvolvimento das frutas. “O atraso foi inevitável, mas nosso sistema de irrigação nos permitiu manter a produção em volume satisfatório”, afirmou o produtor, em entrevista ao G1 Sorocaba e Jundiaí.
Previsão de colheita e expectativas de mercado
Apesar das adversidades, Vicentin acredita que a previsão de colher cerca de 200 toneladas trará bons resultados para o seu sítio. A utilização do sistema de irrigação tem sido essencial para garantir a produção eficiente mesmo em períodos de clima desfavorável. A expectativa é de que a safra seja de qualidade e atenda à demanda do mercado local e regional.
Perspectivas para o próximo ciclo
Produtor destaca que, com a experiência de anos e a tecnologia disponível, há esperança de que as próximas safras possam se recuperar dos prejuízos causados pelo clima. “Vamos continuar investindo na irrigação e monitoramento do clima para melhorar nossos resultados”, concluiu Vicentin.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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