Mercado de ciprestes e tuias aquece no final do ano
No coração de Herculândia (SP), Mara Regina Stangari cultiva mais de 30 mil ciprestes italianos com dedicação, transformando a paisagem local e atendendo a mercados de paisagismo e decoração.
Cultivo cuidadoso de ciprestes italianos em Herculândia
Os ciprestes italianos cultivados por Mara Regina Stangari são amplamente utilizados em projetos de paisagismo, além de servirem como quebra-vento em áreas rurais. Para garantir a qualidade, Mara realiza trocas periódicas de embalagem, acompanhando o crescimento das plantas para que cheguem aos clientes em perfeitas condições, com raízes intactas e prontas para o plantio.
O manejo diário inclui irrigação por gotejamento, troca de substrato e manutenção constante da área de cultivo. A irrigação automática fornece dois litros de água por hora para cada planta, respeitando a preferência do cipreste por umidade moderada, sem excesso de água, mantendo o solo sempre úmido e livre de mato, que compete por nutrientes.
Produção de tuias holandesas em crescimento
Já na propriedade de Márcio Sérgio Longhi, as tuias holandesas — espécies de pinheiro usadas na decoração natalina — são cultivadas para venda de mais de 200 mudas por mês. O empreendedor explica que a tendência de valorização do natural reforça a busca por árvores de origem sustentável, que podem durar anos se bem cuidadas após o Natal.
“Depois do período de festas, basta colocar a árvore ao sol e cuidar dela direitinho para que ela continue bonita e viva por muitos anos”, destaca Márcio. A atividade complementa a renda familiar e atende à demanda crescente do mercado de árvores de Natal naturais.
Perspectivas para o mercado de árvores ornamentais
O aumento na procura por tuias e ciprestes no final do ano demonstra o aquecimento do setor de plantas ornamentais, especialmente na época de festas e decoração de espaços públicos e residenciais. Especialistas preveem que esse segmento continuará em expansão, impulsionado por consumidores que preferem produtos mais sustentáveis e de origem regional.
Para mais detalhes sobre o mercado de árvores ornamentais e tendências de cultivo, acesse a matéria completa no G1.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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