Governo federal proíbe cafés da marca Vibe Coffee por irregularidades sanitárias
Nesta segunda-feira (3), o governo federal proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos cafés da marca Vibe Coffee, do Espírito Santo. A medida foi comunicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que identificou diversas irregularidades na produção e na legalidade dos produtos.
Motivos da proibição dos cafés Vibe Coffee
De acordo com a Anvisa, a proibição ocorreu por motivos como a ausência de licença sanitária da empresa e a falta de regularização dos produtos, incluindo o comunicado de início de fabricação. A fiscalização também apontou falhas graves nas boas práticas de fabricação, como a ausência de rastreabilidade, procedimentos operacionais padrão deficientes e condições inadequadas de higienização durante a produção.
“As irregularidades constatadas representam risco à saúde do consumidor e comprometem a segurança do produto”, afirmou a agência. A proibição inclui todos os produtos comercializados sob a marca, sejam eles cafés moídos ou em grão, produzidos a partir de grãos provenientes do Espírito Santo e de Minas Gerais.
Histórico recente de embargos a marcas de café
Este embargo marca a segunda proibição relacionada a marcas de café vendidas pela internet em menos de uma semana. Na última quinta-feira (30), a Anvisa já havia interditado o pó para preparo de café em sachê Fellow Criativo, da marca Cafellow. Segundo a agência, o produto continha extrato do cogumelo Agaricus bisporus, “ingrediente não avaliado quanto à segurança de uso em alimentos”.
Reação e expectativas do mercado
Até o momento, a Vibe Coffee não se pronunciou oficialmente sobre a decisão. A empresa comercializa seus cafés através do seu site, levando grãos de produtores do Espírito Santo e Minas Gerais para o consumidor. A medida do governo reforça a fiscalização rigorosa sobre produtos alimentícios comercializados pela internet e a importância de conformidade às normas sanitárias.
Impactos para consumidores e o setor
A proibição reforça o alerta para consumidores sobre a importância de verificar a procedência e a regularidade dos produtos antes da compra. Especialistas apontam que a fiscalização contínua deve evitar que comercializações irregulares continuem a atingir o mercado, protegendo a saúde pública.
Para acompanhar novidades sobre regulamentos e fiscalizações, acesse o site do G1.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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