Reajuste de impostos sobre combustíveis entra em vigor em 2026
O governo anunciou que o reajuste dos impostos sobre gasolina, diesel e gás de cozinha começará a valer em 2026, segundo informações do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). A decisão leva em conta os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre fevereiro e agosto de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024.
Critérios para o reajuste
Conforme explica o Comsefaz, a atualização considera a variação dos preços médios mensais dos combustíveis, que resultou em aumento no período analisado. “O reajuste reflete a evolução dos preços ao consumidor e tem como objetivo ajustar a arrecadação tributária às condições de mercado”, afirmou o órgão em comunicado oficial.
Impactos para consumidores e setor
Especialistas apontam que a medida pode elevar os preços finais dos combustíveis, impactando diretamente o orçamento das famílias e o custo operacional de transportadoras e empresas do setor de transporte. Segundo dados da própria ANP, a média de preços da gasolina no período cresceu cerca de 12% em 2025 em relação a 2024.
Reações do mercado e política
Representantes do setor de combustíveis destacam a necessidade de estratégico equilíbrio na política tributária para evitar repasse excessivo ao consumidor final. “Embora a atualização seja necessária para manter a arrecadação, é importante monitorar o impacto nos preços e na inflação”, declarou João Pereira, presidente da Associação Brasileira de Comércio de Combustíveis.
Perspectivas futuras
O governo afirma que continuará avaliando os indicadores econômicos e de mercado para possíveis ajustes futuros. Ainda não há previsão de mudanças na política fiscal dos combustíveis antes de 2026, mas o cenário acompanha uma expectativa de estabilidade nos preços internacionais do petróleo e na economia global.
Para mais detalhes, confira a matéria completa no G1.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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