China manterá cota de importação de 2,7 milhões de toneladas em 2026
O Ministério do Comércio da China confirmou que a cota de importação de carne bovina para o próximo ano será de 2,7 milhões de toneladas. O limite, estipulado pelas novas “medidas de salvaguarda”, é semelhante ao recorde de 2,87 milhões de toneladas importadas em 2024, segundo informações oficiais.
Medidas de salvaguarda e aumento gradual
De acordo com o ministério chinês, a cota total de importação será ampliada progressivamente ao longo dos anos. A estratégia visa equilibrar a proteção do mercado interno com a necessidade de suprir a demanda por carne bovina de alta qualidade. A medida reforça a intenção da China de manter uma política de controle sobre as importações, ao mesmo tempo em que atende ao crescimento do consumo interno.
Impacto no comércio internacional de carne bovina
O limite de importação estabelecido pela China afeta diretamente os exportadores, especialmente o Brasil, maior fornecedor de carne bovina para o mercado chinês. Segundo o G1, o país asiático anunciou tarifas de 55% sobre a carne brasileira acima da cota anual, o que pode impactar as exportações brasileiras.
Perspectivas para o mercado de carne bovina
Especialistas avaliam que a manutenção da cota de 2,7 milhões de toneladas é uma estratégia de equilibrar interesses comerciais com a proteção do setor interno na China. A expectativa é de que o Brasil continue sendo o principal fornecedor, mas o aumento na tarifa acima do limite pode limitar o volume exportado.
A medida demonstra a crescente atenção da China às suas políticas comerciais e de salvaguarda, que devem influenciar negociações com diversos países no setor de agronegócios. Observa-se, ainda, a preocupação do governo brasileiro em diversificar mercados e buscar alternativas para minimizar possíveis impactos nesta estrutura de importação.
Para mais detalhes, leia a notícia completa.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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