Consórcio assume dragagem do Porto de Paranaguá para ampliar calado

O Consórcio Canal Galheta Dragagem agora é responsável pelo processo de dragagem do Porto de Paranaguá, uma decisão que marca a transferência da responsabilidade do porto público para a iniciativa privada. Entre as ações previstas, está a ampliação da profundidade do canal de acesso, que atualmente é de 13,3 metros, para alcançar 15,5 metros de calado.

Objetivos e impacto da dragagem no Porto de Paranaguá

A iniciativa busca melhorar a capacidade operacional do porto, facilitando a entrada de embarcações de maior porte e aumentando sua competitividade no mercado internacional. Segundo o edital divulgado, a ampliação do calado permitirá a entrada de navios maiores, o que deve reduzir custos logísticos e atrair mais investimentos ao setor portuário do Paraná.

A assinatura do novo contrato ocorreu após o leilão realizado em 2025, cujo objetivo foi definir a nova responsável pelo serviço de dragagem no canal de acesso ao porto. A mudança também visa garantir que o processo seja realizado de forma mais eficiente e sustentável, atendendo às normativas ambientais vigentes.

Responsabilidades e cronograma de execução

Segundo o documento oficial, o Consórcio Canal Galheta Dragagem será responsável por toda a operação de aprofundamento do canal, incluindo a remoção de sedimentos e obras de manutenção. A previsão é de que o trabalho seja concluído em até dois anos, com início previsto para o primeiro semestre de 2026.

Além disso, a nova responsabilidade de dragagem reforça a parceria público-privada, buscando ampliar a capacidade de carga do porto para suportar o crescimento do comércio exterior na região.

Perspectivas futuras para o Porto de Paranaguá

Especialistas destacam que a ampliação do calado deve gerar melhorias significativas na eficiência do porto, potencializando o comércio internacional do Paraná. Com a modernização, o porto pretende consolidar sua posição como um dos principais pontos de entrada e saída de cargas no Brasil, respondendo às demandas de um mercado cada vez mais globalizado.

A expectativa é de que a mudança traga benefícios econômicos e ambientais, reduzindo o tempo de navegação e desembarque de cargas, além de otimizar a operação portuária.

Para mais informações, consulte a reportagem no G1 Paraná.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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