Reação ao tarifamento de Trump: Brasil busca novos mercados com impacto moderado na economia

O impacto do tarifamento imposto pelos Estados Unidos, durante a administração Trump, na economia brasileira é considerado moderado por especialistas. Segundo eles, apesar de o país sentir efeitos, a redução de vulnerabilidade nas exportações diminui o risco de estragos severos.

Exportações brasileiras: hoje mais diversificadas e resilientes

De acordo com declarações recentes, o economista João Pereira afirmou que o impacto não é devastador para a economia nacional. “Antes, há quinze ou vinte anos, o Brasil exportava cerca de 25% de seus produtos para os EUA. Atualmente, esse percentual caiu para 12%”, destacou Pereira. “Além disso, muitos produtos que antes eram exportados principalmente para os EUA podem ser facilmente realocados para outros mercados, como a carne, por exemplo”, completou.

A redução da dependência de um único mercado reflete uma estratégia de diversificação que ajuda a minimizar os efeitos de eventual aumento de tarifas ou barreiras comerciais. Essa mudança positiva fortalece a resiliência do setor exportador brasileiro.

Impacto potencial das taxas e estratégias de busca por novos mercados

O presidente da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Rui Costa, reforçou que as taxas podem incentivar a busca por mercados alternativos. “Isso pode até reduzir preços no mercado interno, beneficiando os consumidores”, afirmou. Segundo ele, a diversificação das exportações é uma estratégia necessária para evitar vulnerabilidades diante de medidas protecionistas.

Perspectivas futuras e respostas do setor

Especialistas avaliam que a resposta do Brasil ao cenário de tarifas será de intensificar a busca por mercados na Ásia, Europa e América Latina. “Essa é uma oportunidade de fortalecer a presença brasileira em regiões menos afetadas por políticas tarifárias de americanos”, comentou um analista do setor internacional.

A notícia reforça a importância de estratégias de adaptação às mudanças globais na economia internacional, buscando equilíbrio entre proteção ao mercado interno e manutenção da competitividade no mercado externo.

Para acompanhar a evolução das negociações e estratégias brasileiras, visite a matéria do G1.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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