Volume de remessas aéreas da Ásia cai após fim de isenção de impostos
Desde maio, quando os Estados Unidos passaram a cobrar impostos de pacotes vindos da China e de Hong Kong, o volume de remessas aéreas da região diminuiu 10,7%. Empresas como Shein e Temu, que comercializam produtos baratos diretamente da Ásia, foram as mais impactadas pela mudança nas regras de tributação.
Fim da isenção e efeito nas empresas de comércio eletrônico
A suspensão da isenção de impostos afetou o funcionamento de plataformas de venda online que têm como foco produtos de baixo valor, principalmente de origem asiática. Segundo análise do setor, a medida reduziu significativamente o volume de remessas aéreas, que até então tinham alta devido ao crescimento do comércio eletrônico internacional.
Reação do mercado e perspectivas futuras
Especialistas apontam que a redução de 10,7% na quantidade de pacotes importados por via aérea deve impactar não apenas as empresas, mas também os consumidores, que podem enfrentar prazos de entrega mais longos e custos adicionais. A expectativa é de que o volume de remessas possa estabilizar ou até diminuir ainda mais, até que o mercado se adapte às novas regras de tributação.
Impactos na cadeia de fornecimento internacional
De acordo com fontes do setor, a mudança nas regras de cobrança de impostos também deve alterar o fluxo de mercadorias entre Ásia e Estados Unidos. Empresas de transporte aéreo e logística já começam a ajustar suas operações para lidar com o novo cenário.
Para saber mais detalhes, acesse o artigo completo no G1.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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