Trabalhadores acima dos 65 anos querem horários flexíveis e mais apoio nas organizações
Segundo um levantamento divulgado pela Society for Human Resource Management (SHRM), a maior associação mundial de recursos humanos, os trabalhadores com mais de 65 anos demonstram forte interesse em horários flexíveis e em condições de trabalho que atendam às suas necessidades específicas. A pesquisa, publicada na coluna de terça-feira do blog Bem-Estar, revela quais mudanças esses profissionais desejam nas organizações.
Preferência por horários flexíveis entre trabalhadores acima de 65 anos
O estudo revelou que 55% dos participantes com mais de 65 anos valorizam a possibilidade de contar com horários de trabalho mais flexíveis. Essa demanda reflete o desejo de manter a empregabilidade e a qualidade de vida, possibilitando uma adaptação às rotinas pessoais e de saúde.
Outras medidas para apoiar trabalhadores mais velhos
Além da flexibilidade, os profissionais mais experientes apontaram outras melhorias necessárias. Entre elas, destacam-se programas de saúde e bem-estar específicos, treinamentos de atualização tecnológica e políticas de inclusão que promovam a valorização da experiência adquirida ao longo da carreira.
Perspectivas e desafios para as organizações
O relatório evidencia uma mudança na dinâmica do mercado de trabalho, com o aumento da força de trabalho acima dos 65 anos. Implementar medidas de suporte, como horários flexíveis, pode ajudar as empresas a reter talentos e diversificar seus quadros de funcionários.
Estas prioridades também refletem uma conscientização maior sobre a longevidade e a importância de oferecer condições adequadas para essa parcela da força de trabalho, que tende a crescer com o envelhecimento populacional no Brasil e no mundo.
Contexto internacional e o cenário brasileiro
Embora o levantamento tenha sido realizado nos Estados Unidos, os desafios e interesses dos trabalhadores acima de 65 anos são semelhantes em diversos países, inclusive no Brasil. Especialistas apontam que oferecer suporte para essa faixa etária é fundamental para promover ambientes mais inclusivos e sustentáveis.
Para mais detalhes sobre o relatório da SHRM, acesse a fonte original.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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