Setor de remanufatura de peças automotivas potencializa mercado de R$ 14 bilhões
Segundo as entidades Abcar e Sindinesfa, o setor de remanufatura de peças automotivas no Brasil possui um potencial de R$ 14 bilhões anuais em peças recuperáveis que ainda não são aproveitadas. Apesar do crescimento global de 9,3% ao ano, o mercado nacional permanece relativamente subestimado.
Potencial inexplorado no mercado brasileiro de remanufatura
De acordo com as entidades, o rio de dinheiro não aproveitado no Brasil equivale a uma grande oportunidade de expansão para o setor. \”Há uma vasta quantidade de peças recuperáveis que podem ser remanufaturas, gerando economia para consumidores e para o meio ambiente\”, afirmou João Andrade, presidente do Sindinesfa.
Estima-se que o mercado global movimentou US$ 70 bilhões (cerca de R$ 377 bilhões) em 2024, crescimento médio de 9,3% ao ano, segundo dados internacionais. No Brasil, a adoção de práticas mais sustentáveis deve ampliar esse potencial, com impactos positivos na economia e na redução de resíduos.
Vantagens da remanufatura de peças automotivas
Além de promover a sustentabilidade, a remanufatura reduz custos para consumidores, que podem adquirir peças de alta qualidade por aproximadamente metade do preço das novas. Uma reportagem do G1 mostra como funciona o processo em desmanches e lojas de peças usadas, revelando o potencial de recuperação e venda de peças remanufaturadas.
Perspectivas futuras para o setor
Especialistas destacam que o crescimento do mercado global indica novas oportunidades para o Brasil se consolidar como importante player na remanufatura de componentes automotivos. Aumentar a eficiência na recuperação de peças pode fortalecer a economia circular e ampliar o aproveitamento de recursos.
Desafios e oportunidades de desenvolvimento
O setor enfrenta desafios relacionados à modernização das operações, fiscalização da qualidade das peças e ampliação da aceitação pelo mercado. Investimentos em tecnologia e capacitação devem ser prioridades para destravar esse potencial econômico.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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