Procon notifica Unimed Ferj por instabilidade nos canais de atendimento
O Procon Carioca notificou, nesta quarta-feira (7), a Unimed Ferj para que esclareça as constantes falhas nos canais de atendimento, como site, aplicativo e central telefônica. Segundo o órgão, a inoperância tem causado longas esperas e dificuldades de acesso a serviços essenciais, como emissão de boletos e consultas à rede credenciada.
Problemas nos canais de atendimento impactam usuários
De acordo com o Procon, os problemas têm dificultado diversas operações, incluindo a emissão de extratos, pedidos de cancelamento de planos e documentos como carta de permanência. Usuários relataram ainda dificuldades para obter comprovantes de adimplência, o que representa um prejuízo significativo para quem depende desses serviços para a rotina.
Unimed Ferj ainda não foi oficialmente notificada
Em nota, a Ferj afirmou que ainda não recebeu a notificação oficial, mas que equipes técnicas já trabalham para resolver as falhas o mais rápido possível. A operadora justificou as instabilidades por uma atualização no sistema decorrente do compartilhamento de risco com a Unimed do Brasil, incluindo a alteração do número da carteirinha digital, que já está disponível.
Contexto de instabilidade e ameaças de descredenciamento
Os problemas ocorrem enquanto redes de hospitais ameaçam descredenciar a Unimed Ferj por dívidas. Na terça-feira, a Associação de Hospitais do Estado do Rio (Aherj) anunciou, por unanimidade, a suspensão do atendimento a usuários da operadora, que pode ser implementada em até 30 dias após notificação às autoridades de saúde e ao Ministério Público.
Rede hospitalar e possível impacto aos usuários
A Aherj representa 107 hospitais e clínicas, mas a rede credenciada da Unimed Ferj conta com cerca de 40 unidades no Rio. Segundo o presidente da associação, Marcus Quintella, esses hospitais não são obrigados a seguir a decisão de suspensão, reforçando a complexidade da situação.
Perspectivas e próximos passos
O Procon determinou que a Unimed Ferj terá 24 horas para se manifestar, sob pena de aplicação de multa e abertura de processo administrativo sancionador. A situação continua a ser acompanhada pelas autoridades, que cobram transparência e soluções rápidas para garantir o acesso dos usuários aos serviços de saúde e evitar desdobramentos mais graves.
Para mais detalhes, acesse a matéria completa do Globo.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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