Presidente do TCU defende distensão após suspensão de inspeção no Banco Central
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Gabriel Galípolo, afirmou que é hora de promover um ambiente de maior distensão entre o órgão, o Banco Central e o Ministério da Fazenda, após a suspensão de uma inspeção no Banco Central, que gerou debates sobre prerrogativas e sigilo.
Diálogo para reduzir tensões
Galípolo destacou que, após contato constante com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro da Fazenda e o relator, ministro Jhonatan de Jesus, percebeu a importância de realizar encontros para entender melhor as prerrogativas do Tribunal e do Banco Central. “Quando chegou a esse nível, eu conversando permanentemente com o Galípolo, com o ministro da Fazenda e com o relator, eu disse: está na hora da gente dar um arrefecimento, vamos fazer uns encontros para entender as prerrogativas do Tribunal e as que têm o Banco Central”, afirmou.
Calibração entre sigilo e fiscalização
Segundo Galípolo, há uma necessidade de equilibrar o sigilo protegido pelo Banco Central com a obrigação de fiscalização do Tribunal. “Eles têm que guardar sigilo das coisas, mas nós também temos que fiscalizar”, explicou o presidente do TCU, reforçando a importância de um diálogo transparente e construtivo para evitar conflitos institucionais.
Contexto da suspensão da inspeção no BC
A suspensão de uma inspeção no Banco Central ocasionou questionamentos sobre as prerrogativas de ambas as instituições. A iniciativa tinha como objetivo aprofundar a fiscalização de ações do órgão regulador, mas foi interrompida em meio a divergências sobre limites e sigilo de informações.
Perspectivas de futuro
Galípolo enfatizou que a retomada do diálogo é essencial para garantir o equilíbrio entre fiscalização e sigilo, promovendo um ambiente de cooperação institucional. A expectativa é que, com encontros e maior entendimento, as relações entre o TCU, Banco Central e Fazenda sejam fortalecidas, contribuindo para maior estabilidade e efetividade nas ações de fiscalização.
Segundo o presidente do TCU, ações futuras serão orientadas por esse princípio de diálogo. “Vamos aproveitar esse momento para fortalecer a relação institucional e trabalhar de forma mais colaborativa”, afirmou.
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Com informações do Jornal Diário do Povo
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