PF investiga fraudes de R$ 500 milhões na Caixa; empresários são alvos
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) operação para investigar um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, com prejuízos estimados em mais de R$ 500 milhões. O empresário Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, e o ex-sócio Luiz Phillippe Gomes Rubini estão entre os alvos.
De acordo com a Polícia Federal, a investigação apura suspeitas de crimes como estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo a PF, o grupo investigado teria atuado por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e do uso de empresas para movimentar e ocultar recursos ilícitos.
“Foram autorizadas quebras de sigilo bancário e fiscal, além do bloqueio de cerca de R$ 47 milhões em bens, incluindo imóveis, veículos e ativos financeiros. Rafael Góis é o principal nome à frente do Grupo Fictor, holding fundada em 2007. Luiz Phillippe Gomes Rubini, que deixou a sociedade no fim de 2024, teve papel relevante na expansão do grupo”, destaca a PF.
Conforme a Polícia Federal, nos últimos meses, o Grupo Fictor enfrentou dificuldades financeiras e entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro deste ano, alegando dívidas de cerca de R$ 4 bilhões
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