IBC-Br sobe 1,2% em novembro, indicando recuperação pontual da economia brasileira
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 1,2% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2024, sem ajuste sazonal. A leitura de novembro aponta uma reação pontual da economia brasileira após um período de desaceleração no segundo semestre, conforme divulgado pelo Banco Central.
Comportamento do IBC-Br e principais fatores
O avanço do índice em novembro foi impulsionado principalmente pelos setores da indústria, que cresceu 0,8%, e pelos serviços, com alta de 0,6%. Por outro lado, a agropecuária apresentou queda de 0,3% no mesmo período. Os impostos sobre produtos, que refletem o nível de atividade econômica, também contribuíram positivamente para o resultado.
Na comparação com novembro de 2024, o indicador acumulado em doze meses mostrou crescimento de 2,4%, indicando que a economia brasileira mantém uma tendência de expansão, embora em ritmo mais moderado do que nos anos anteriores.
Perspectivas e contexto macroeconômico
Apesar do crescimento pontual em novembro, o Banco Central avalia que uma desaceleração da atividade econômica ao longo de 2025 era prevista, principalmente devido ao elevado nível da taxa básica de juros, atualmente em 15% ao ano. Em comunicados recentes, a autoridade monetária reforçou que um ritmo de crescimento mais moderado é necessário para a convergência da inflação à meta de 3%.
De acordo com o mercado financeiro, a expectativa é de crescimento do PIB de 2,26% em 2025, abaixo dos 3,4% registrados em 2024. Essa desaceleração deve ocorrer de forma natural, dada a política de juros elevada e a necessidade de controle inflacionário.
Impacto na atividade econômica e projeções futuras
O índice IBC-Br é considerado um importante indicador antecedente do Produto Interno Bruto (PIB), calculado oficialmente pelo IBGE, e unifica dados do setor agropecuária, indústria, serviços e arrecadação de impostos. Segundo fontes do Banco Central, a recuperação pontual de novembro pode indicar uma estabilidade moderada no próximo ano, com crescimento anual consolidado em torno de 2,3%, conforme projeções.
Para mais detalhes, acesse a fonte oficial.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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