Governo espera assinatura final do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, declarou nesta quinta-feira (15) que o governo federal aguarda a assinatura definitiva do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A expectativa é de que o documento entre em vigor ainda neste semestre.

Perspectivas para o acordo de livre comércio entre Mercosul e UE

Segundo Alckmin, a assinatura do acordo deve acontecer nos próximos meses, o que permitirá maior integração comercial entre os blocos econômicos. “Estamos confiantes de que, em breve, teremos a assinatura final desse importante acordo”, afirmou o vice-presidente durante evento em Brasília.

A assinatura do tratado é vista como um passo estratégico para fortalecer as relações comerciais do Brasil, ampliar exportações e criar novas oportunidades de negócios. A expectativa é que, após a assinatura, o comércio entre o União Europeia e os países do Mercosul seja facilitado, beneficiando especialmente setores agrícolas, industriais e de tecnologia.

Relevância do acordo para o Brasil

De acordo com especialistas do setor, o acordo deve aumentar a competitividade brasileira no mercado internacional e substituir antigas tarifas que dificultam a entrada de produtos do Brasil na Europa. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, a assinatura deve impulsionar as exportações brasileiras em até 20% nos próximos anos.

O governo também ressaltou que o acordo irá promover mudanças no ambiente de negócios e atrair investimentos estrangeiros ao país. “Este é um momento importante para a economia brasileira”, comentou Alckmin.

Próximos passos e desafios

O Ministério do Desenvolvimento informou que as etapas finais de aprovação estão em andamento e que a assinatura deve ocorrer ainda no primeiro semestre de 2024. Após a assinatura, será necessária a ratificação pelos parlamentos nacionais para a entrada em vigor definitiva do tratado.

A assinatura do acordo é considerada um avanço na política comercial do Brasil e uma oportunidade de ampliar sua presença no mercado europeu, um dos maiores do mundo, com potencial para gerar benefícios econômicos duradouros. O governo espera que a implementação do tratado contribua para o crescimento econômico e a geração de empregos.

Para mais detalhes sobre o andamento do acordo, consulte a fonte original.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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