Gasto de 10 bilhões de dólares com licenças nos EUA levanta questionamentos

Um levantamento realizado por uma organização de funcionários públicos dos Estados Unidos revelou que o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), liderado por Elon Musk durante os primeiros meses do governo Trump, gastou aproximadamente 10 bilhões de dólares ao afastar mais de 154 mil funcionários federais sob regime de licença remunerada. A ação representou quase 7% do funcionalismo civil do país.

Impacto financeiro das licenças remuneradas no funcionalismo

De acordo com o estudo, a política de afastamento e licença remunerada foi uma das maiores despesas do DOGE no período, que buscava reduzir custos via cortes de pessoal e reestruturações. A medida, defendida na época como uma forma de otimizar recursos e diminuir gastos públicos, acabou gerando um impacto financeiro considerável, elevando os custos do governo.

Efeito das ações de Elon Musk no Departamento

Durante sua gestão, Elon Musk assumiu o comando do DOGE em um momento de grande expectativa de reformulações na administração pública. Segundo fontes próximas, seu objetivo era fazer uma transformação radical na máquina governamental, mas o resultado financeiro traz um balanço ambíguo, com gastos expressivos e questionamentos sobre a eficiência dessas medidas.

Reações e críticas

Especialistas em gestão pública criticaram a estratégia adotada, apontando que o elevado gasto com licenças e afastamentos pode comprometer o orçamento e afetar a continuidade de projetos essenciais ao funcionamento do Estado. “Gastar bilhões com licenças remuneradas sem uma planejamento adequado pode sair caro para o país”, afirmou Maria Oliveira, analista de políticas públicas.

Perspectivas futuras

Fim do mandato de Musk no DOGE ainda não foi oficialmente divulgado, mas o caso levanta debates sobre a gestão eficiente de recursos públicos e a importância de estratégias mais sustentáveis na administração estatal. A aposta de muitos especialistas é por maior controle e transparência nas ações de cortes de gastos e reorganizações no setor público.

Para mais detalhes sobre o levantamento, acesse a matéria completa no G1.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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