EUA garantem recursos venezuelanos para fortalecer política externa

O governo dos Estados Unidos afirmou que garantirá que os recursos da Venezuela, especialmente as receitas de petróleo, sejam preservados para promover objetivos da política externa norte-americana. A medida ocorre após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, na semana passada, e busca reduzir o acúmulo de petróleo armazenado no país.

Recursos soberanos da Venezuela sob proteção dos EUA

Segundo a Casa Branca, os recursos de petróleo venezuelano permanecem propriedade soberana da Venezuela, mesmo quando estão sob custódia dos EUA para fins diplomáticos e governamentais. A ordem, emitida pelas autoridades americanas, reforça que esses ativos não estão sujeitos a reivindicações privadas, garantindo sua destinação para objetivos estratégicos internacionais.

Destinação das receitas de petróleo venezuelano

O governo norte-americano declarou que usará as receitas provenientes da venda de petróleo, estimadas entre 30 milhões a 50 milhões de barris, em benefício tanto do povo venezuelano quanto do povo dos Estados Unidos. Essa iniciativa visa contribuir para a redução do acúmulo de petróleo estocado no país, buscando manter o fluxo de receitas necessárias para ações diplomáticas e humanitárias.

Objetivo de minimizar o impacto econômico

As vendas de petróleo venezuelano têm como finalidade principal ajudar a controlar o aumento de petróleo armazenado, que cresce desde a imposição de sanções econômicas. Além disso, o fluxo de receitas será utilizado para apoiar esforços de estabilização e negociações políticas na Venezuela.

Contexto e repercussões internacionais

Na última semana, a captura do presidente Nicolás Maduro foi um marco na crise venezuelana, que se intensificou por conta das sanções e do bloqueio de ativos. A medida dos EUA de proteger as receitas petrolíferas evidencia uma estratégia de influência e controle sobre os recursos do país, buscando limitar o impacto econômico da crise.

Segundo analistas, essa decisão reforça a postura dos Estados Unidos na disputa por influência na Venezuela, além de estabelecer um precedente sobre a propriedade e uso de recursos soberanos em contextos de conflito político e econômico. Fonte original

Com informações do Jornal Diário do Povo

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