Criação de “Baby Shark” dispara ações na Bolsa de Seul após estreia

As ações da The Pinkfong Company, estúdio sul-coreano responsável pelo viral “Baby Shark”, dispararam até 60% nesta terça-feira, durante sua estreia na Bolsa de Seul. A valorização refletiu o sucesso da animação, que acumula mais de 16 bilhões de visualizações no YouTube, tornando-se o vídeo mais visto da plataforma.

Alta na estreia reforça o valor do auge do sucesso infantil

A companhia, fundada em 2010, viu suas ações avançarem cerca de 17% na sessão matinal, após uma subida expressiva durante o dia. Na cotação inicial de 38.000 wons (aproximadamente R$ 138,26), os papéis tiveram uma valorização de mais de 60%, chegando a um aumento total de 60% ao longo do dia.

“Baby Shark” foi lançado há quase uma década pela The Pinkfong Company, que possui um portfólio de franquias de animação e educação infantil. O sucesso do tema, que apresenta uma família de tubarões ao som de uma melodia contagiante, é um dos principais pilares de receita da empresa.

Resultados financeiros e perspectiva de crescimento

Em 2024, a Pinkfong registrou receita de 97,4 bilhões de wons (cerca de R$ 354,3 milhões), um aumento de 11% em relação ao ano anterior, além de lucro operacional de 18,8 bilhões de wons (aproximadamente R$ 68,4 milhões), quase quatro vezes superior ao do ano anterior. Esses números fortalecem a sua posição como uma gigante da cultura pop sul-coreana, que também produz sucessos globais como “Round 6” e “As guerreiras do K-pop”.

Impacto da cultura pop sul-coreana na economia

O fenômeno “Baby Shark” evidencia como a cultura pop da Coreia do Sul mantém sua força no cenário global, impulsionada pelo boom do K-pop e pela produção de conteúdo audiovisual de sucesso internacional. A estreia na Bolsa reafirma o potencial econômico de empresas ligadas ao entretenimento infantil e à cultura pop coreana.

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Com informações do Jornal Diário do Povo

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