CPI do INSS cancela sessão após estratégia de depoentes para não comparecer
A CPI do INSS cancelou a sessão marcada para esta segunda-feira à tarde, após depoentes adotarem estratégias para não comparecer. Estavam previstos os depoimentos do ex-coordenador de Pagamentos e Benefícios do INSS, Jucimar Fonseca da Silva, e do empresário Thiago Schettini, citados na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), que investiga fraudes contra aposentados.
Decisões judiciais e estratégias dos depoentes
O empresário Schettini obteve habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para não comparecer à audiência. Já Silva apresentou atestado médico e não compareceu à perícia médica no Senado, que seria realizada antes do depoimento. Silva é alvo de 11 requerimentos de convocação pela CPI.
Segundo informações, a CPI do INSS deve recorrer do habeas corpus concedido a Schettini e solicitar a condução coercitiva de Jucimar Fonseca da Silva, para garantir seu depoimento à comissão parlamentar.
Contexto e atuação recente da Polícia Federal
O cancelamento da sessão ocorre uma semana após a Polícia Federal atuar na Operação Sem Desconto, na quinta-feira passada, que resultou na prisão do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e de mais oito pessoas. A operação investiga fraudes na concessão de benefícios previdenciários.
Perspectivas futuras da CPI
A expectativa é que a CPI reforce suas ações para obter os depoimentos pendentes, mesmo com os obstáculos jurídicos. A comissão continuará monitorando as estratégias dos investigados, buscando garantir a transparência nas investigações contra fraudes no INSS.
Mais detalhes sobre o andamento da CPI podem ser acompanhados na reportagem do GLOBO.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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