Brasileiro acusado de homicídio em Setúbal pode pegar pena máxima
O brasileiro conhecido como Guga foi acusado pelo Ministério Público de homicídio qualificado e violência doméstica em Setúbal, Portugal. Após julgamento, ele pode receber a pena máxima de 25 anos de prisão pelo crime de assassinato, ocorrido em junho de 2025.
Confissão e detalhes do crime em Setúbal
Guga, que é barbeiro de jogadores de futebol brasileiros atuantes em Portugal, caminhou até uma delegacia na madrugada de 17 de junho de 2025 e confessou o homicídio da ex-companheira, Iranilcy, de 26 anos. Segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP), o suspeito indicou o local onde estava o corpo e declarou que atacou Iranilcy com golpes no peito e pescoço.
A vítima foi encontrada sem vida na barbearia localizada no centro de Setúbal, após os policiais serem acionados pelo próprio Guga, que apresentou-se às autoridades logo após o crime. Os golpes teriam ocorrido após uma discussão, que, de acordo com a Polícia Judiciária (PJ), teria sido a origem do homicídio.
Contexto da relação e histórico de violência
Gilberto, como também ficou conhecido, e Iranilcy estavam separados desde 2024, mas mantinham contato frequente devido ao filho que tinham em comum. A relação, contudo, teria sido marcada por episódios de violência doméstica, informou a Polícia Judiciária. Guga, que não tinha antecedentes criminais, é alvo de uma investigação que pode resultar na aplicação da pena máxima prevista em Portugal para crimes dessa natureza.
Imigração e trajetória
Os dois emigraram para Portugal em 2020, vindo de São Miguel do Tapuio, no Piauí. No país europeu, abriram uma barbearia no centro de Setúbal, onde Guga atuava como barbeiro de jogadores de futebol brasileiros que atuam em times portugueses.
Implicações legais e próximas etapas
Segundo o Ministério Público, o suspeito poderá cumprir a pena máxima de 25 anos de cadeia, conforme previsto na legislação portuguesa para homicídio qualificado. A investigação continua, e o caso serve como alerta para a violência doméstica, que ainda representa um desafio global.
Para mais detalhes, acesse o fonte original.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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