Ocupação hoteleira no Rio para o carnaval atinge 73,91%
A primeira previsão da pesquisa de ocupação hoteleira na capital fluminense para o Carnaval de 2024 indica que a média deve atingir 73,91% entre os dias 14 e 17 de fevereiro. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO), revelam um movimento bastante favorável para o setor turístico na cidade.
Regiões com maior ocupação durante o Carnaval
Segundo a pesquisa, as regiões com as maiores taxas de ocupação até o momento são Centro (83,74%), Ipanema/Leblon (81,10%), Leme/Copacabana (78,80%), Flamengo/Botafogo (78,30%) e Barra/Recreio/São Conrado (63,90%). Esses bairros continuam sendo os principais destinos dos turistas durante os festejos de Momo, impulsionando a economia local.
Carnaval, maior festa do Rio
De acordo com Alfredo Lopes, presidente do HotéisRIO, o Carnaval é a principal festa do Rio de Janeiro, superando o Réveillon, devido ao maior tempo de permanência dos visitantes na cidade. “Essa maior permanência resulta em hotéis cheios e bons resultados para a cadeia do turismo – bares, restaurantes e shoppings – com benefícios para a arrecadação da cidade”, destacou Lopes.
Expectativas para este ano
Ele lembrou que, no ano passado, o Carnaval atraiu quase 300 mil turistas internacionais ao Brasil, sendo a maior parte argentinos, que representaram 41,2% do total de visitantes. Segundo Lopes, já há uma previsão de crescimento de cerca de 18% no número de turistas estrangeiros este ano.
“Devemos repetir a ocupação hoteleira de 2023, que ficou em 98,62%”, concluiu o presidente do HotéisRIO, reforçando a expectativa de que o Carnaval deste ano manterá a alta demanda por hospedagem na cidade.
Perspectivas para o turismo no Rio
Com o cenário favorável, o setor hoteleiro espera que os benefícios se estendam além do período de festas, fortalecendo ainda mais o turismo na cidade e contribuindo para a arrecadação municipal e para a economia local como um todo.
Para mais detalhes, acesse a fonte oficial.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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