Suspeito de assassinato de brasileira em Portugal é condenado

O homem suspeito de matar a brasileira Josielly Rodrigues, de 25 anos, em Vilamoura, no Algarve, foi julgado e condenado na última quarta-feira, em Portugal. A sentença veio após o julgamento pela morte de Josielly, ocorrida em 2022, e confirma a condenação do acusado por homicídio na região.

Histórico de crimes e condenações anteriores

De acordo com informações do Portugal Giro, Mascarenhas já havia sido condenado a 12 anos pelo homicídio de Tatiana Mestre, em Loulé, mas o veredito foi anulado após contaminação das provas. Além de Josielly e Tatiana, ele é suspeito de matar Sandra Andrade, em Almancil, e aguarda julgamento por essa acusação.

Padrão de atuação e investigação

Segundo as investigações da Polícia Judiciária, Mascarenhas manteve Josielly refém após suspeitar que ela possuía dinheiro obtido por prostituição. Ele teria planejado roubar seus cartões e objetos pessoais, mantendo-a refém e solicitando transferências e saques por meio de outra mulher, que realizou as operações. Um cartão de crédito foi localizado no carro utilizado pelo suspeito.

Últimos registros e detalhes do caso

A brasileira chegou a Portugal há cerca de um ano e vivia em Lisboa. Ela teria ido ao Algarve para se encontrar com Mascarenhas, que, na época, estava investigado por tráfico de drogas, mas seguia preso pela acusação de tráfico, não pelos homicídios. Josielly foi vista pela última vez em Vilamoura, e seu corpo foi descoberto em 9 de janeiro de 2023, sem data exata da morte.

Repercussões e próximas etapas

O julgamento confirmou a condenação do suspeito, que receberá a pena máxima prevista para homicídio qualificado. O caso reforça a preocupação de comunidades brasileiras na região, especialmente após o reconhecimento da vítima como uma das vítimas de assassinatos em série na área do Algarve. A brasileira também foi vítima de violência anteriormente, tendo sido protagonista de uma denúncia por violência que gerou a implementação de um botão de pânico, reforçando a vulnerabilidade de migrantes brasileiros na Europa.

Para mais detalhes, acesse o fonte original.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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