Associação de radiodifusão reforça papel do setor na defesa da democracia na América

Nesta semana, Brasília recebe a 50ª Assembleia Geral da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), reunindo mais de 30 representantes de emissoras de rádio e televisão das Américas. O evento destaca a relevância do setor na defesa da democracia e os avanços tecnológicos, como a regulamentação da TV 3.0 no Brasil.

Radiodifusão como defesa da democracia

Durante a abertura do encontro, na noite desta segunda-feira, o presidente da AIR e vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, afirmou que a radiodifusão é fundamental para preservar a liberdade de expressão. “Nosso objetivo é defender a democracia, fortalecendo os países onde ela é mais vulnerável”, explicou Tonet.

O dirigente destacou problemas institucionais na Nicarágua, Costa Rica, Venezuela e México, reforçando a necessidade de união do setor. “Reunimo-nos aqui, sobretudo, em defesa daqueles países onde a liberdade de expressão sofre mais ameaças”, acrescentou.

Avanços tecnológicos no setor da radiodifusão

Outra pauta importante foi o progresso tecnológico do setor, com destaque para a regulamentação da TV 3.0 no Brasil neste ano. O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, ressaltou o compromisso da agência com essa inovação, que promete transformar a interação do usuário com o conteúdo de radiodifusão.

“A TV 3.0 trará maior qualidade de som e imagem, além de uma interação mais eficiente com o público, garantindo uma experiência mais moderna e acessível”, afirmou Baigorri. Ele reforçou que essa novidade deve marcar uma revolução no setor.

Brasil sediará encontro em 2025

O Brasil foi selecionado para receber a próxima edição da Assembleia em 2025, com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) como entidade anfitriã. A escolha demonstra o avanço do país na área de radiodifusão e sua importância regional.

Importância da AIR para o continente

A AIR representa cerca de 17 mil emissoras de rádio e TV nas Américas, sendo uma das principais organizações de defesa do setor na região. A assembleia reforça a força do setor na promoção da liberdade de expressão e o papel da radiodifusão na sociedade contemporânea.

Segundo o artigo publicado pelo O Globo, o evento também celebrou os avanços tecnológicos, essenciais para ampliar a qualidade dos conteúdos e a interação com o público.

Com informações do Jornal Diário do Povo

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