Trump ameaça ampliar tarifas e evita encontro com Xi Jinping na Coreia do Sul
O ex-presidente Donald Trump afirmou nesta sexta-feira que não há motivos para se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, na próxima semana, na Coreia do Sul, devido às ações hostis de Pequim. Em publicação na Truth Social, ele revelou que os Estados Unidos planejam aumentar as tarifas sobre as importações chinesas e reavaliar o relacionamento bilateral.
Estratégia de confrontação com a China e tarifas emergenciais
Segundo Trump, Pequim vem enviando cartas a diversos países, anunciando controles de exportação sobre elementos de terras raras, o que poderia “entupir” os mercados globais e prejudicar nações inteiras, incluindo a própria China. “Não há precedentes para isso; é uma tentativa de monopolizar a produção de itens essenciais e tornar os mercados mais difíceis para todos”, afirmou na publicação.
O ex-presidente destacou que os EUA estão considerando uma série de medidas de retaliação, incluindo um aumento massivo nas tarifas de importação de produtos chineses. “Temos posições monopolistas mais fortes e abrangentes do que a China, e não usá-las antes foi uma estratégia, mas agora chegou a hora de defender nossos interesses”, afirmou. Ele também criticou a escolha das cartas chinesas, enviadas no mesmo dia em que a paz foi finalmente consolidada no Oriente Médio após décadas de conflitos.
Cancelamento do encontro na reunião da APEC
Trump revelou que o encontro com Xi Jinping, previamente agendado para a próxima semana na cúpula da APEC, na Coreia do Sul, será cancelado devido às ações chinesas. “Não há motivo para manter a conversa, uma vez que eles mostram intenções hostis e tentam manipular o mercado mundial”, declarou.
Momento de tensão e possíveis consequências globais
O ex-presidente destacou que, dependendo do discurso da China sobre sua “nova ordem” hostil, poderá haver uma resposta financeira agressiva por parte dos EUA. “Estamos preparados para agir quando for necessário, e a escalada pode envolver retenções comerciais e outras medidas econômicas”, explicou Trump.
Impactos e próximos passos
Analistas avaliam que a postura de Trump sinaliza uma possível fase de maior conflito na relação entre Washington e Pequim, com o risco de afetar mercados globais e cadeias de suprimentos. Especialistas indicam que os Estados Unidos estão reforçando suas posições comerciais e intensificando a pressão sobre a China para conter ações consideradas monopolistas e hostis.
O governo americano ainda não anunciou oficialmente novas tarifas, mas o cenário aponta para uma tendência de escalada na disputa econômica entre as duas maiores economias do mundo, com repercussões que podem afetar o comércio global nos próximos meses.
Para acompanhar os desdobramentos dessa tensão, consulte a matéria completa em G1 – Trump ameaça impor novas tarifas à China.
Com informações do Jornal Diário do Povo
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